Um gol a cada 1 minuto e 40 segundos...
A série invicta da Pd2 parece não ter mais fim. Após o terceiro jogo consecutivo com vitória a esperança de revivermos os tempos áureos da parceria se faz cada vez mais presente. Nessa semana o adversário, velho conhecido, aliás, foi derrotado por uma diferença de 12 gols. O dinamismo do jogo foi algo que chamou bastante atenção. Foram 36 gols durante os 60 minutos de jogo; um gol a cada 1 minuto e 40 segundos e muito trabalho para os atacantes e estatísticos-lesionados-pipocões-anotadores oficiais da parceria. Mas atenção! Engana-se o leitor que acompanha o site pela primeira vez ao pensar que tivemos uma partida de handebol.
Para não dizer que não falei em flores – nesse caso o indivíduo é uma flor mesmo-, o artilheiro da partida foi aquele que deu nome ao estádio que a seleção brasileira de futebol fez sua estréia na Copa das Confederações. Garrincha, com seus gols feitos e perdidos, aliado a sua deficiência de marcação foi o paradoxo do nosso jogo. Mesmo sendo o atleta com maior número de gols, foi também o que mais esteve em quadra quando a Pd2 sofreu gols; ele sofreu 13 gols no total. Esses números preocupam. Esperamos que esse alerta impulsione uma mudança semelhante a vista no Kruger, o qual tinha sido o “maior tomador de gols” da última partida e nessa semana foi o segundo “menor tomador de gols”, perdendo apenas para aquele que veste o Banco do Brasil e trabalha na camisa 6.
Após o jogo uma tradicional costela em tiras e entrecot foram à tônica da confraternização. Organizada e preparada pela dupla Boca e Bösel, a janta estava dentro do padrão de excelência esperado. Mesmo assim, esperamos que nos próximos churrascos organizados por essa dupla a opção de substituição dos pelos pela pimenta vermelha seja pensada.
Na próxima semana o adversário fica por conta do Kruger e a janta será uma sopa de feijão branco produzida por mim. Lembrem de levar prato e colher.
